domingo, 4 de julho de 2010

E FOI DITO

a) Que cada Ministério se compromete a limitar e a organizar os seus serviços
dentro da verba global que lhes seja atribuída pelo Ministério das Finanças;
b) Que as medidas tomadas pelos vários Ministérios, com repercussão directa nas
receitas ou despesas do Estado, serão previamente discutidas e ajustadas com o Ministério das Finanças;
c) Que o Ministério das Finanças pode opor o seu veto a todos os aumentos de despesa corrente ou ordinária, e às despesas de fomento para que se não realizem as operações de crédito indispensáveis;
d) Que o Ministério das Finanças se compromete a colaborar com os diferentes ministérios nas medidas relativas a reduções de despesas ou arrecadação de receitas, para que se possam organizar, tanto quanto possível, segundo critérios uniformes.

(...)

«Aguardamos apenas a realização de condições convenientes para que o remédio não seja pior de sofrer do que o mal que se destina a curar».



E quem o disse?

1 comentário:

Henrique ANTUNES FERREIRA disse...

Aquilesamigo

Através do Duas ou Três Coisas do meu caro Amigo Francisco Seixas da Costa, cheguei aqui. E gostei. Esta citação de um tal António de Oliveira Baltazar, ou algo assim, (de que não gostava mesmo nada, muito antes pelo contrário, e até me tramei com isso...) já prenunciava o que viria a seguir-se. Enfim, voltas da vida...

Se quiseres fazer o favor de ir até ao meu covil - muito obrigado. E se enviares cumentários, com o, muitíssimo obrigadíssimo. E se te tornares meu (per)seguidor, mutérrimo obrigadérrimo.

Abs